O consumidor paraense deve estar atento às compras na Black Friday. O alerta foi feito, ontem (21), pelo diretor-geral do Procon-Pará, Moysés Bendahan. Se a compra for feita pela internet, o cliente deve verificar a segurança da página no site. “Ver se tem CNPJ, que é obrigatório, o endereço (físico e eletrônico), telefone. Se tem aquele símbolo do cadeado, mostrando que o site é seguro” afirmou. Ele informou que o Procon de São Paulo disponibiliza, em seu site, uma lista de lojas que não são confiáveis. “É uma página interessante para ser consultada”, disse.

Moysés Bendahan também afirmou ser importante desconfiar de ofertas “super vantajosas”. E, como exemplo, citou um produto que custa R$ 2 mil e está sendo comercializado por R$ 100. “Quando a diferença é muito grande, desconfie. Deve ter alguma coisa errada”, afirmou. O diretor sugeriu ainda que os consumidores comparem os preços das mercadorias com antecedência, para que tenha uma noção dos valores dos produtos. Isso permitirá que ele saiba se, de fato, no dia da promoção, o valor está realmente com desconto. Segundo Moysés Bendahan, há lojas que “inflam” seus preços para, no dia da Black Friday, dar “descontos falsos. Descontos que não são descontos. O consumidor tem que estar atento para esses detalhes”. Ele disse que há aplicativos que fazem comparação de preços: “A comparação de preços é indispensável para se fazer um bom negócio”.

Como, no dia das anunciadas promoções, muita gente acessa a internet, que fica lenta, por causa da grande procura, o diretor-geral do Procon-PA recomenda que os consumidores façam, com antecedência, seus cadastros nos sites oficias da Black Friday. “Assim, ele acessará o site mais rápido e vai eliminar sites falsos”, disse. Também é importante estar atento ao prazo de entrega dos produtos e aos valores do frete, para saber se atendem às necessidades do cliente e, assim, evitar surpresas desagradáveis.

Moysés Bendahan informou ainda que a troca do produto, sete dias após a entrega da compra, só é válida para compra não presencial, feita pela internet, por telefone ou catálogo. Nesses caso, o consumidor tem sete dias para faze a trocar. “Quando a compra é presencial, feita na loja, porém, cada loja tem sua política de troca. A loja deve avisar ao consumidor e o consumidor também deve perguntar sobre a política de troca da loja”, afirmou. Em 2016, o Procon-Pará recebeu cerca de 50 queixas na Black Friday. “É pouco”, disse. E a maioria das reclamações era por causa de produto com defeito ou mercadorias que apresentou várias vezes o mesmo defeito e teve que ser trocada. Fiscais do Procon estarão ainda mais atentos no dia da promoção. E o consumidor que se sentir prejudicado pode fazer denúncias ao órgão.

Por: Portal ORM

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O consumidor paraense deve estar atento às compras na Black Friday. O alerta foi feito, ontem (21), pelo diretor-geral do Procon-Pará, Moysés Bendahan. Se a compra for feita pela internet, o cliente deve verificar a segurança da página no site. “Ver se tem CNPJ, que é obrigatório, o endereço...
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