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Dr Moacir Pires de Faria

Depois do “Outubro Rosa”, quando todo o mês é marcado pela campanha de mobilização para prevenção do câncer de mama, agora é a vez dos homens no “Novembro Azul”, internacionalmente dedicado às ações relacionadas ao câncer de próstata e à saúde do homem.

O mês de novembro foi escolhido para a Campanha, por ter uma data, (17), o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata.

De acordo com dados oficiais, o câncer de próstata é o sexto tipo mais comum no mundo e o de maior incidência nos homens. As taxas da manifestação da doença são cerca de seis vezes maiores nos países desenvolvidos.

O números apontam que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem em homens com mais de 65 anos. Quando diagnosticado e tratado no início, tem os riscos de mortalidade reduzidos. No Brasil, é a quarta causa de morte por câncer e corresponde a 6% do total de óbitos por este grupo.

A próstata é uma glândula que só o homem possui, localizada na parte baixa do abdômen. Situada logo abaixo da bexiga e à frente do reto, explica o médico Moacir Pires de Farias, de Xinguara. A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada. Ela produz cerca de 70% do sêmen, e representa um papel fundamental na fertilidade masculina.

Segundo ele, homens a partir dos 45 anos devem fazer exames de rotina, “é necessário fazer o exame de sangue, pelo menos uma vez por ano e o toque retal ou, se o paciente preferir, pode substituir esse pelo exame de ultrassonografia da próstata”.

Para ele, os sintomas mais comuns do tumor são a dificuldade de urinar (frequência urinária aumentada, principalmente a noite e diminuição da força do jato da urina, dentre outros.) Quem tem histórico familiar da doença deve avisar o médico, que indicará os exames necessários.

Se comprovado alguma alteração, o tratamento deve ser iniciado imediatamente, alerta Moacir. “O quanto antes se iniciar o tratamento, maiores são as chances de curar”.

Tratamento

Caso a doença seja comprovada, o médico pode indicar radioterapia, cirurgia e até tratamento hormonal. Para doença metastática (quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo), o tratamento escolhido é a terapia hormonal ou castração.

A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e definida após médico e paciente discutirem os riscos e benefícios de cada um.

FONTE: JORNAL FOLHA ATIVA

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