2-cemiterio-de-vitimas-da-chacina-de-pau-darco-no-paraNesta segunda-feira (18), o Tribunal de Justiça do Pará concedeu pedido de liberdade a nove dos 17 policiais civis e militares envolvidos na chacina de Pau D’Arco. Com a decisão da Corte, as prisões preventivas foram substituídas por aplicação de medidas cautelares, que serão definidas pelo Juízo da Vara Criminal de Redenção, onde tramita o processo. Em caso de não cumprimento, a concessão de liberdade poderá ser suspensa.

A relatoria foi da desembargadora Vânia Lúcia da Silveira, que denegou o pedido de liberdade em Habeas Corpus feito pelos advogados de defesa. Apesar disso, quatro dos três magistrados divergiram da relatora. Para eles, não estava mais presentes os requisitos para sustentação das prisões preventivas, uma vez que a fase de inquérito policial foi superada. Os indiciados chegaram a ser colocados em liberdade mas foram detidos novamente, a pedido do Ministério Público.

O grupo foi denunciado em setembro deste ano pelo MP, sob acusação de prática de homicídio consumado, homicídio tentado, tortura, associação criminosa e fraude processual. De acordo com a denúncia, os policiais seguiram até a fazenda Santa Lúcia, em Pau d’Arco, para dar cumprimento a 14 mandados de prisão a alguns trabalhadores rurais.

Segundo a denúncia, o grupo afirmou que o grupo estava armado e reagiu. Apesar disso, nenhum policial ficou ferido e familiares e sobreviventes negam o confronto. O resultado da ação foi a morte de dez trabalhadores rurais.

Por: Portal ORM

 

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Nesta segunda-feira (18), o Tribunal de Justiça do Pará concedeu pedido de liberdade a nove dos 17 policiais civis e militares envolvidos na chacina de Pau D'Arco. Com a decisão da Corte, as prisões preventivas foram substituídas por aplicação de medidas cautelares, que serão definidas pelo Juízo da Vara...
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